Um Brinde à Poesia

Um Brinde à Poesia

segunda-feira, 1 de março de 2010

MÊS DE MARÇO - MÊS DA POESIA




CADA PARTÍCULA SONHO
SE MOVIMENTA VERSO
E HARMONIOSAMENTE
CONVERTE-SE UNIVERSO.

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A MINHA ALMA POÉTICA DELIRA QUANDO CONSEGUE LIBERTAR OS VERSOS, QUE SE NÃO VIVIDOS, PELOS MENOS FORAM SONHADOS.


TERCEIRA SEMANA DA POESIA
(programação completa: http://www.semanadapoesiario.blogspot.com/)

DIA 16 DE MARÇO, DAS 19:30 AS 22:00 HORAS

NITERÓI ABRAÇA O RIO

RELANÇAMENTO DO LIVRO O DIÁRIO DO CAMALEÃO DE MARCELO MOURÃO, COM A PARTICIPAÇÃO DE GRANDES NOMES DA POESIA CARIOCA. ENTRE ELES: CAIRO TRINDADE,
JL SANTOS, IVERSON CARNEIRO, DENIZIS TRINDADE, ALUÍZIO REZENDE, SÉRGIO GERÔNIMO, IGOR FAGUNDES. PARTICPAÇÃO MUSICAL: TCHELO DUARTE (VIOLÃO) E ANTÔNIO DE SOUZA (VIOLINO)

LOCAL: VARANDA DO
CENTRO CULTURAL PASCHOAL CARLOS MAGNO, CAMPO DE SÃO BENTO, ICARAÍ, NITERÓI (RUA LOPES TROVÃO COM AVENIDA ROBERTO SILVEIRA)

ENTRADA FRANCA

CANJA POÉTICA
O microfone é livre.
Poesia comprometida com o palco. Se for tímido, disfarce... Comece tirando um papel dobradinho do bolso, erga o dedo, leia calmamente.... Depois vem os aplausos, o incentivo... Quem frequenta os saraus sabe: isso, essa coisa de poesia, vicia. Você vai querer mais. Vamos celebrar a vida!!!!!

Agradecimentos especiais: FAN, CCPCM, Prefeitura de Niterói, Porção Mágica, Steak House, Estasom e J. E. Sementinha Iluminada.

Brilha Luz! Paz! Graças a Deus! Lucília Dowslley

A poesia é a arte da linguagem humana, do gênero lírico, que expressa sentimento através do ritmo e da palavra cantada. Seus fins estéticos transformaram a forma usual da fala em recursos formais, através das rimas cadenciadas.

As poesias fazem adoração a alguém ou a algo, mas pode ser contextualizada dentro do gênero satírico também.

Existem três tipos de poesias: as existenciais, que retratam as experiências de vida, a morte, as angústias, a velhice e a solidão; as líricas, que trazem as emoções do autor; e a social, trazendo como temática principal as questões sociais e políticas.

A poesia ganhou um dia específico, sendo este criado em homenagem ao poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871), no dia de seu nascimento, 14 de março.

Castro Alves ficou conhecido como o “poeta dos escravos”, pois lutou grandemente pela abolição da escravidão. Além disso, era um grande defensor do sistema republicano de governo, onde o povo elege seu presidente através do voto direto e secreto.

Sua indignação quanto ao preconceito racial ficou registrada na poesia “Navio Negreiro”, chegando a fazer um protesto contra a situação em que viviam os negros. Mas seu primeiro poema que retratava a escravidão foi “A Canção do Africano”, publicado em A Primavera.

Cursou direito na faculdade do Recife e teve grande participação na vida política da Faculdade, nas sociedades estudantis, onde desde cedo recebera calorosas saudações.

Castro Alves era um jovem bonito, esbelto, de pele clara, com uma voz marcante e forte. Sua beleza o fez conquistar a admiração dos homens, mas principalmente as paixões das mulheres, que puderam ser registrados em seus versos, considerados mais tarde como os poemas líricos mais lindos do Brasil.

Navio Negreiro

Castro Alves



I

'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço
Brinca o luar — dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta.

'Stamos em pleno mar... Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro...
O mar em troca acende as ardentias,
— Constelações do líquido tesouro...

'Stamos em pleno mar... Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes...
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?...

'Stamos em pleno mar. . . Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...

Donde vem? onde vai? Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço.

Bem feliz quem ali pode nest'hora
Sentir deste painel a majestade!
Embaixo — o mar em cima — o firmamento...
E no mar e no céu — a imensidade!

Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
Que música suave ao longe soa!
Meu Deus! como é sublime um canto ardente
Pelas vagas sem fim boiando à toa!

Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!

Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia...
..........................................................

Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar — doudo cometa!

Albatroz! Albatroz! águia do oceano,
Tu que dormes das nuvens entre as gazas,
Sacode as penas, Leviathan do espaço,
Albatroz! Albatroz! dá-me estas asas.


II


Que importa do nauta o berço,
Donde é filho, qual seu lar?
Ama a cadência do verso
Que lhe ensina o velho mar!
Cantai! que a morte é divina!
Resvala o brigue à bolina
Como golfinho veloz.
Presa ao mastro da mezena
Saudosa bandeira acena
As vagas que deixa após.

Do Espanhol as cantilenas
Requebradas de langor,
Lembram as moças morenas,
As andaluzas em flor!
Da Itália o filho indolente
Canta Veneza dormente,
— Terra de amor e traição,
Ou do golfo no regaço
Relembra os versos de Tasso,
Junto às lavas do vulcão!

O Inglês — marinheiro frio,
Que ao nascer no mar se achou,
(Porque a Inglaterra é um navio,
Que Deus na Mancha ancorou),
Rijo entoa pátrias glórias,
Lembrando, orgulhoso, histórias
De Nelson e de Aboukir.. .
O Francês — predestinado —
Canta os louros do passado
E os loureiros do porvir!

Os marinheiros Helenos,
Que a vaga jônia criou,
Belos piratas morenos
Do mar que Ulisses cortou,
Homens que Fídias talhara,
Vão cantando em noite clara
Versos que Homero gemeu ...
Nautas de todas as plagas,
Vós sabeis achar nas vagas
As melodias do céu! ...


III


Desce do espaço imenso, ó águia do oceano!
Desce mais ... inda mais... não pode olhar humano
Como o teu mergulhar no brigue voador!
Mas que vejo eu aí... Que quadro d'amarguras!
É canto funeral! ... Que tétricas figuras! ...
Que cena infame e vil... Meu Deus! Meu Deus! Que horror!


IV


Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...

Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs!

E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...

Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece,
Outro, que martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!

No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
"Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!..."

E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais...
Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
E ri-se Satanás!...


V


Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!
Se é loucura... se é verdade
Tanto horror perante os céus?!
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
De teu manto este borrão?...
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão!

Quem são estes desgraçados
Que não encontram em vós
Mais que o rir calmo da turba
Que excita a fúria do algoz?
Quem são? Se a estrela se cala,
Se a vaga à pressa resvala
Como um cúmplice fugaz,
Perante a noite confusa...
Dize-o tu, severa Musa,
Musa libérrima, audaz!...

São os filhos do deserto,
Onde a terra esposa a luz.
Onde vive em campo aberto
A tribo dos homens nus...
São os guerreiros ousados
Que com os tigres mosqueados
Combatem na solidão.
Ontem simples, fortes, bravos.
Hoje míseros escravos,
Sem luz, sem ar, sem razão. . .

São mulheres desgraçadas,
Como Agar o foi também.
Que sedentas, alquebradas,
De longe... bem longe vêm...
Trazendo com tíbios passos,
Filhos e algemas nos braços,
N'alma — lágrimas e fel...
Como Agar sofrendo tanto,
Que nem o leite de pranto
Têm que dar para Ismael.

Lá nas areias infindas,
Das palmeiras no país,
Nasceram crianças lindas,
Viveram moças gentis...
Passa um dia a caravana,
Quando a virgem na cabana
Cisma da noite nos véus ...
... Adeus, ó choça do monte,
... Adeus, palmeiras da fonte!...
... Adeus, amores... adeus!...

Depois, o areal extenso...
Depois, o oceano de pó.
Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só...
E a fome, o cansaço, a sede...
Ai! quanto infeliz que cede,
E cai p'ra não mais s'erguer!...
Vaga um lugar na cadeia,
Mas o chacal sobre a areia
Acha um corpo que roer.

Ontem a Serra Leoa,
A guerra, a caça ao leão,
O sono dormido à toa
Sob as tendas d'amplidão!
Hoje... o porão negro, fundo,
Infecto, apertado, imundo,
Tendo a peste por jaguar...
E o sono sempre cortado
Pelo arranco de um finado,
E o baque de um corpo ao mar...

Ontem plena liberdade,
A vontade por poder...
Hoje... cúm'lo de maldade,
Nem são livres p'ra morrer. .
Prende-os a mesma corrente
— Férrea, lúgubre serpente —
Nas roscas da escravidão.
E assim zombando da morte,
Dança a lúgubre coorte
Ao som do açoute... Irrisão!...

Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus,
Se eu deliro... ou se é verdade
Tanto horror perante os céus?!...
Ó mar, por que não apagas
Co'a esponja de tuas vagas
Do teu manto este borrão?
Astros! noites! tempestades!
Rolai das imensidades!
Varrei os mares, tufão! ...


VI


Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto! ...

Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...

Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

FEVEREIRO 2010




NAVEGAR
FEVEREIRO/2010(LUCÍLIA DOWSLLEY)
PARA CARLA E FERNANDO PESSOA

EU SEI
ÀS VEZES TAMBÉM SINTO
COMO SE A EXISTÊNCIA
FOSSE-ME ENGOLIR
COMO UMA GRANDE ONDA
QUANDO O MAR
ESTÁ DE RESSACA
PORQUE BEBEU TODAS
POR TAMBÉM NÃO AGUENTAR
TANTA IMENSIDÃO
TANTA PRESSÃO
TANTA OPRESSÃO
ÀS VEZES, FECHO OS OLHOS
E MERGULHO ANTES DA ONDA PASSAR
DIZEM QUE ASSIM
PROTEGIDOS LÁ NO FUNDO
SEM TERMOS NOÇÃO
ELA SEGUE POR CIMA
SEM NOS ASSUSTAR
É CLARO QUE TEMOS A SENSAÇÃO
DE TODO PERIGO
ÀS VEZES PERCEBO
BEM NITIDAMENTE
QUE O MOVIMENTO
É CÍCLICO
E QUE SE ME DEBATO
ACABO AFUNDANDO
TEM QUE SEGUIR O SENTIMENTO
RESPINGADO NA PELE
TODA EMOÇÃO
ENTREGAR, FLUTUAR
GOTA POR GOTA
VAI COMPONDO A GENTE
SOL, SAL, SOUL
CÉU, MAR, AR
UM SER SOLITÁRIO
NO AZUL SOLTO A NAVEGAR
SABE QUE TUDO VALE A PENA
QUANDO SE AVENTURA AMAR..

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010


A MINHA ALMA POÉTICA DELIRA QUANDO CONSEGUE LIBERTAR OS VERSOS, QUE SE NÃO VIVIDOS, PELOS MENOS FORAM SONHADOS.

DIA 14.01.2010, NO CENTRO CULTURAL PASCHPAL CARLOS MAGNO, CAMPO DE SÃO BENTO, ICARAÍ, NITERÓI, DAS 19 AS 21:30. ENTRADA FRANCA

Um Brinde a todos que participaram das edições de 2009!! Vocês são especiais! Com a presença de todos a história deste movimento foi escrita. Obrigadoooo!
O microfone é livre.
Poesia comprometida com o palco. Se for tímido, disfarce... Comece tirando um papel dobradinho do bolso, erga o dedo, leia calmamente.... Depois vem os aplausos, o incentivo... Quem frequenta os saraus sabe: isso, essa coisa de poesia, vicia. Você vai querer mais. Vamos celebrar a vida!!!!!
Agradecimentos especiais: FAN, CCPCM, Prefeitura de Niterói, Porção Mágica, Steak House, Estasom e J. E. Sementinha Iluminada.

Brilha Luz! Paz! Graças a Deus! Lucília Dowslley

sábado, 28 de novembro de 2009

dezembro 2009

Pessoas especiais Vez ou outra, com certeza, você assiste a algum programa televisivo de perguntas e respostas. Desses, em que as pessoas concorrem a prêmios se acertarem uma série de questões. E é quase certo que você, sentado em sua poltrona, em sua casa, igualmente tente responder. É provável que você acerte várias questões e até fique a cogitar que, se fosse você, no palco, naquele momento, ganharia com facilidade os valores ofertados. É possível também que algumas das perguntas você não tenha ideia alguma do que se trata. Por isso mesmo, é que neste dia desejamos reflexionar juntos, propondo-lhe tentar responder algumas questões. Primeira: Você saberia dizer o nome das cinco pessoas mais ricas do mundo? Segunda: E o nome dos cinco últimos ganhadores do Prêmio Nobel da Paz? Terceira: Quem sabe poderia lembrar do nome das cinco últimas Miss Universo? Quarta: Talvez poderia lembrar o nome de dez ganhadores de Medalha de Ouro nas Olimpíadas? Quinta: Seria possível, então, recordar quem foram os últimos doze atores ganhadores do ambicionado prêmio da Academia de Cinema, o Oscar? Das cinco questões, você conseguiu responder alguma no todo ou em parte? Difícil, não? E são pessoas famosas, que aparecem nos jornais, nas revistas, na televisão. Não são pessoas anônimas, desconhecidas. Contudo, é assim: o aplauso morre, os prêmios envelhecem, grandes acontecimentos são esquecidos. Mas, não desanime. Vamos tentar um outro teste. Primeira pergunta: Você lembra o nome dos professores que você mais gostava? Segunda: É capaz de dizer o nome de três amigos que ajudaram você em momentos difíceis? Terceira: E seria possível você relacionar o nome de cinco pessoas que lhe ensinaram alguma coisa valiosa, em sua vida? Quarta: E quantas pessoas fizeram você se sentir amado e especial? E, por último, relacione cinco pessoas com quem você gosta de estar. Você achou este teste mais fácil, não é mesmo? Sabe por quê? Porque as pessoas que fazem a diferença em nossas vidas não são as que têm mais credenciais, ganham muito dinheiro ou prêmios. São aquelas que se importam conosco. Com nosso progresso, com nosso bem-estar, com nossa qualidade de vida. São as pessoas que nos têm afeto, que nos amam. Pessoas que amam a sua profissão e não somente realizam um dever, exercendo-a. Assim foram muitos dos nossos professores. Pessoas que sabem que é bom partilhar, dividir experiências, ensinar a outros. Como nossos avós, pais, tios, vizinhos, pessoas que sabiam alguma coisa boa, importante e se preocuparam em nos ensinar. Ensinar a cuidar de uma casa, a plantar uma rosa, regar um jardim. Talvez lavar um carro, empinar um papagaio, preparar uma deliciosa sopa, bordar, escrever, escrever um poema ou redigir uma carta. Criaturas que nos ensinaram dedilhar o piano, tocar o violão, cantar uma canção. Mesmo que seja uma canção de ninar para adormecer um bebê. Pessoas que sabem conversar, edificando; descontrair sem exageros; manter amizades através dos anos. Pessoas, enfim, que fazem a diferença na sua vida. Na vida de cada um de nós. Pessoas especiais. Registrando pessoas especiais em sua vida, recorde-se de se tornar, igualmente, para muitas outras vidas, alguém muito especial. Especial na manifestação da amizade, do estímulo, da alegria de viver. Alguém que mesmo depois de partir, permaneça como suave presença, um delicado perfume de saudade.

domingo, 8 de novembro de 2009

CONVITE MÊS DE NOVEMBRO


Vamos fazer um brinde especial aos 436 Anos da cidae de Niterói.
A sua presença é muito importante!
Paz! Graças a Deu! Brilha Luz!

Lucília Dowslley